
Essa é a doença provocada pela imundice da política. Não, não. Não aquela atrelada aos discursos que, infelizmente, já estamos acostumamos a ouvir, ou aos atos dignos de um balde de merda, mas sim a poluição que salta aos olhos e assalta a vista, à prazo. A que divide os espaços urbanos com as árvores, os passáros e...e... quem mais meu Deus, acho que estou esquecendo de alguém... Ah, sim, nós os seres humanos. Mau. Mal começou a campanha e já damos de cara com uma infinidade de rostos que nunca vimos, e possivelmente continuaremos sem ver, mesmo que eleitos, a não ser que se envolvam em um escandalo escabroso, fora isso, anonimato até os próximos 4 anos. Nomes, números, cores, bandeiras, buzinaço, panfletos, partidos, promessas, chapas... Nossa, fiquei chapado. É muita sujeira no cabeçote do juízo. Fede aos olhos tanta desinformação. Quando junta com os milhares de outdoors, placas, fachadas... Uhuuu! To doidãão. É uma piração só.
Placonheiro 1
- Pô doido, viajei naquele ali: Robencio, número 171, do partido do PCC, da Coligação “Em busca da bala perdida”- PCC – FARC – HIZBOLÁ - IRA.
Placonheiro 2
- Pô, lombrei total. Passa aê vei.
Placonheiro 1
- Só...na mente.
Placonheiro 2
- Ei, mistura com aquele outdoor ali ó: “Emagrecimento rápido”.
Placonheiro 1
- Uhúúú! Bota pa gerar.
“Ala la ôôôôô...mais que horrô ôôôô”
Salvem a Ama-zona!
Salvem o Perneta Terra.