
Esse Ânus novo cairá bem ao Brasil. Estava mesmo precisando, oh pátria amada idolatrada e arrombada de ofício. De orifício. Tudo vício. Desde o início, quando índio ainda era tido como gente, já era assim. Mas vamos em frente. Ai de mim bater prego nessa nação, melhor é pegar as pregas dela no chão e tentar colar na circunferência coagida. Atingida, infligida, frígida de reação. Como não. Mas eles comem sim. E ainda repetem o prato, mesmo estando fartos. Fartura demais. Fortuna de todos estendida em praça pública, com cobertura de rede de TV privada. Privada mesmo. E como tal, exerce a função de absorver os dejetos e absolver os que produzem essa diarréia. Dia o quê? Réééééia! E a Estrela da vida inteira se apaga. Tem sua energia cortada. Não por eletricistas de luvas e chapéu amando da empresa de energia. Mas sim num processo de agonia. Por homens não amando, mas armados com suas metralhadoras de influencias girando, girando. E nós somos diariamente afetados. Inocentes? Culpados! Tanto quanto. Mas viva o Brasil. Viva a nação! A 25 de março esta eufórica nesse dia 31 esperando o ano de 2010. Venha, venha. Copacabana. Boa Viagem. Boa viagem a todos. Peguem carona nessa calda de cometa, veja a Via Láctea, estrada tão bonita.
“Brincar de esconde-esconde numa nebulosaVoltar para casa nosso lindo Balão azul”
“Ao vencedor as batatas”, disse Machado de Assis. Ao Brasil suas pregas. Ao Brasil vasilina, óleo e margarina. Ah, lembrem-se do Hipoglos para os dias quentes. E por fim um colírio para quem sabe esse olho enxergar. Salve Tom Zé. Saravá!
Feliz 2010. Que esse novo ânus brasileiro tenha paz.
“Brincar de esconde-esconde numa nebulosaVoltar para casa nosso lindo Balão azul”
“Ao vencedor as batatas”, disse Machado de Assis. Ao Brasil suas pregas. Ao Brasil vasilina, óleo e margarina. Ah, lembrem-se do Hipoglos para os dias quentes. E por fim um colírio para quem sabe esse olho enxergar. Salve Tom Zé. Saravá!
Feliz 2010. Que esse novo ânus brasileiro tenha paz.
Salvem a Ama-zona! Salvem o Perneta!